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Textos, ideias e posicionamentos

Em defesa do Brasil e de Minas Gerais, agora é Lula, Patrus, Áurea e Marília

Em defesa do Brasil e de Minas Gerais, agora é Lula, Patrus, Áurea e Marília

Minas Gerais é o estado que decide presidentes. Desde 1989, todo presidente eleito venceu aqui, e quem ganha em Minas Gerais, ganha o Brasil. Por isso, 2026 é mais do que uma eleição. É a disputa pelo destino de um estado que tem 21 milhões de habitantes, que concentra a maior parte das riquezas minerais do país, que tem uma das maiores redes de educação pública do Brasil. Mas que, ao mesmo tempo, convive com o segundo maior índice de feminicídios do país, com serras e comunidades ameaçadas pela mineração e com periferias que o Estado abandonou. Minas Gerais carrega em si todas as contradições do Brasil e precisa, urgentemente, de uma saída à altura desse desafio.

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Iza na imprensa - Edição 3

Iza na imprensa - Edição 3

“É tanta gente que merece andar de graça que, na verdade, tem que ser o direito de todo mundo. É o transporte que dá acesso à educação, é o transporte que dá acesso à saúde, é o transporte que dá acesso à cultura, a lazer, ao meio ambiente, aos parques da cidade. Não tem como continuar com esse modelo, que é um modelo de tarifa absurda, que é um modelo que, ao mesmo tempo que tem a tarifa absurda, é péssimo e as prefeituras têm que dar bilhões de reais para as empresas de ônibus. Não faz sentido”, aponta Iza Lourença.

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Vote pelo clima: mineração e a luta pelos territórios de Minas Gerais

Vote pelo clima: mineração e a luta pelos territórios de Minas Gerais

A gestão bolsozemista foi marcada pelo desmonte das estruturas de proteção ambiental do estado, com licenciamentos ambientais facilitados, fiscalização enfraquecida, sucateamento da Secretaria do Meio Ambiente e perseguição de servidores públicos. A Operação Rejeito, da Polícia Federal, realizada junto da Controladoria-Geral da União, do Ministério Público Federal e da Receita Federal, revelou recentemente um esquema de corrupção gigante que combinava crimes ambientais, pagamentos de propina, tráfico de influência, lavagem de dinheiro, fraudes administrativas e falsidade documental para favorecer mineradoras e viabilizar projetos de mineração em áreas protegidas de Minas Gerais.

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Cultura é de lei: do  hip-hop ao terreiro, do funk ao congado

Cultura é de lei: do hip-hop ao terreiro, do funk ao congado

Eu sou rata de batalha. Me sinto em casa na FaráOeste, na Clandestina 031, nas batalhas da P7, da Fex, da Soberania e, claro, na Batalha do Minas Caixa, bairro onde cresci. Ao todo, são 38 batalhas em Belo Horizonte, de acordo com o mapeamento realizado pela NuTrilhar. Já passei pelas batalhas em Contagem e em Sarzedo, mas Minas Gerais tem, ao todo, 119 batalhas distribuídas em 49 cidades. A juventude se organiza pela rima, pela cultura e ocupa a rua. Pra mim, é um orgulho ser autora, e articuladora, da Lei 11.616/2023, que institui o Programa Municipal de Incentivo às Batalhas de Rimas e de MCs, aos Saraus e Slams, que, na prática, garante estrutura nas praças, como ponto de energia, água e banheiro.

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Iza na imprensa - Edição 2

Iza na imprensa - Edição 2

“Após nossa solicitação de veto, a Executiva Nacional da Federação Rede-PSOL decidiu nesta terça-feira à noite anular a decisão de Minas Gerais e confirmar nosso apoio formal à chapa de Patrus Ananias. Essa decisão é coerente com a nossa história, nosso compromisso com o Brasil e com o estado, e com o desejo de nossas figuras públicas e militância”, diz Iza Lourença.

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Iza na imprensa - Edição 1

Iza na imprensa - Edição 1

“A convenção da nossa federação reafirmou a indicação de Áurea Carolina para o Senado Federal e deixamos a ata em aberto para as negociações de coligação para o governo do estado. Nós do PSOL reafirmamos o nosso compromisso com a reeleição do presidente Lula (PT) e com a derrota da extrema direita aqui em Minas Gerais também. Já manifestamos ao PT a nossa vontade de somar na candidatura de Patrus para governar Minas Gerais”, afirmou Iza Lourença.

14/08/2026Ler +
Minas vivas e livres: pelo nosso direito a uma vida sem violência

Minas vivas e livres: pelo nosso direito a uma vida sem violência

Desde a época em que fazia parte do movimento estudantil, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o feminismo é para mim uma grande escola de aprendizado. Entre as mulheres e pessoas dissidentes de gênero, aprendi a conviver com as diferenças e a fazer delas oportunidades de transformação da realidade. Aprendi que a relação entre patriarcado, racismo e o capitalismo impôs para nós, principalmente para nós mulheres negras, condições de subjugação, que insistem em nos empurrar para situações de vulnerabilidade.  Também é entre as mulheres que aprendo, todos os dias, a resistir. 

29/05/2026Ler +
Vida além do trabalho: a escala 6x1 precisa acabar

Vida além do trabalho: a escala 6x1 precisa acabar

Quem é você além do trabalho? Essa pergunta parece despretensiosa, mas, para mim, endereça a uma questão profunda que diz sobre nós e, sobretudo, sobre a nossa sociedade. Me faz pensar que a gente costuma se definir a partir do trabalho. Quando conhecemos alguém, nos apresentamos e falamos, logo na sequência, nossa profissão. Isso porque aprendemos desde cedo, pelo menos nós que fazemos parte da classe trabalhadora, que é o trabalho a parte mais importante da nossa vida. Afinal, o trabalho dignifica. E de fato é por meio do trabalho que ganhamos salário e garantimos nosso sustento e da nossa família. Só que somos muito mais do que o nosso trabalho. Somos seres humanos e isso por si só já diz que somos multidimensionais.

13/05/2026Ler +
Tarifa zero: do impossível ao inevitável

Tarifa zero: do impossível ao inevitável

Quando participei das Jornadas de Junho, em 2013, ocupamos a Câmara Municipal de Belo Horizonte para reivindicar a diminuição no valor da passagem de ônibus. Eu, na época com 19 anos, tinha acabado de entrar para o movimento estudantil. Foi ali, na ocupação que eu ajudei a construir, que tive consciência do quanto a mobilidade urbana é um tema indispensável para pensarmos a diminuição das desigualdades sociais nas cidades. Foi ali, na ocupação que me lembrei de quando era adolescente e passei na seleção do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), do Palácio das Artes, mas o custo da passagem me impediu de estudar teatro. Morava com minha família em Venda Nova, e minha mãe não tinha condições financeiras para que eu pudesse realizar meu sonho.  Quantas pessoas, assim como eu, desistem dos seus sonhos por causa do preço do busão?

13/05/2026Ler +